Meses se passaram.
Ela já não sentia o mesmo peso no peito ao entrar em uma reunião.
Ele já não contava as horas esperando por uma notificação.
Ambos haviam aprendido a rodar sozinhos.
Não sem falhas, não sem saudade.
Mas com resiliência.
Ela se tornara referência na empresa, convidada para palestras e mentorias.
Ele começara a empreender, criando um projeto próprio que unia tecnologia e propósito.
E, ainda que seguissem caminhos diferentes, havia algo em comum:
cada um, à sua maneira, havia feito um deploy interno.
Não para o outro.
Mas para si.
Comentários
Postar um comentário