Os dias seguintes foram estranhos.
Ela mergulhou no trabalho, tentando recuperar a confiança da equipe, refatorando não só processos, mas a si mesma.
Ele buscou novos caminhos, retomou contatos, começou a pensar em projetos próprios.
Mas, mesmo separados, havia ecos.
Um café lembrava o sorriso dela.
Uma música lembrava o silêncio dele.
E cada memória era como uma linha de código comentada: não executava mais, mas ainda estava lá, esperando para ser lida.
Eles não sabiam se voltariam.
Mas sabiam que precisavam desse tempo.
Porque amar, às vezes, não é insistir no sistema quebrado.
É ter coragem de parar, revisar, e refatorar.
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