Naquela noite, decidiram se afastar.
Não por raiva, não por desamor.
Mas porque precisavam repriorizar.
Ela precisava reencontrar o equilíbrio, voltar a ser líder sem carregar a culpa de estar sempre ausente para ele.
Ele precisava reconstruir sua própria rotina, encontrar propósito além de ser apenas disponibilidade.
— A gente precisa repriorizar o backlog — ela disse, tentando sorrir em meio às lágrimas.
— E talvez criar novas sprints, cada um no seu tempo — ele completou.
O silêncio que se seguiu não era ausência.
Era aceitação.
Eles se abraçaram como quem faz um último commit antes de arquivar o repositório.
Não havia rollback possível.
Mas havia a chance de, um dia, reabrir a branch.
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